História de Luta
Sobre Nós: A Força da Amazônia que Produz, Preserva e Coopera
No coração do Pará, onde os rios desenham caminhos de abundância e a floresta pulsa com biodiversidade, nossa história começou a ser escrita em 1999. Movido por uma profunda preocupação com a devastação dos açaizais — dizimados na época pela extração predatória e desenfreada voltada à produção de palmito em conserva —, nosso presidente, Arnaldo Silva, ergueu a voz e uniu braços para proteger o futuro da Amazônia.
Não bastava apenas frear a destruição; era preciso oferecer um novo horizonte para as comunidades locais. Foi sob a luz inegociável do cooperativismo e do associativismo que transformamos a conservação em oportunidade, unindo famílias, fortalecendo saberes tradicionais e gerando renda com responsabilidade socioambiental.
Como pioneiros no estado, consolidamos um modelo de desenvolvimento onde o ser humano e a floresta caminham juntos, garantindo que a riqueza da terra permaneça nas mãos de quem cuida dela.
Avenida Serzedelo Correa, 805 - Batista Campos
Estruturamos nossa atuação em quatro cadeias produtivas essenciais para a economia da região, unindo tradição, inovação e sustentabilidade:
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Cadeia Produtiva do Açaí: Garantimos o manejo correto e a colheita sustentável, transformando o que antes era ameaça de corte em uma fonte de riqueza viva, permanente e de alto valor agregado para o mundo.
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Cadeia Produtiva do Pescado: Fomentamos a pesca artesanal responsável, unindo o sustento das comunidades ribeirinhas à preservação dos ecossistemas aquáticos e à segurança alimentar.
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Cadeia Produtiva da Mandioca: Valorizamos a força da agricultura familiar e o saber ancestral na produção da farinha e derivados, fortalecendo a base da economia dos nossos produtores.
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Gestão de Resíduos Sólidos: Praticamos a economia circular, implementando soluções ecológicas para o reaproveitamento e destino inteligente dos resíduos gerados em nossos processos produtivos.
"Unir forças nunca foi apenas uma estratégia econômica para nós; é a essência de resistir, produzir e prosperar em harmonia com a floresta."
Nosso Propósito
Acreditamos que o verdadeiro desenvolvimento na Amazônia só acontece de forma coletiva. Cada tonelada de açaí colhida, cada quilo de pescado manejado, cada lote de farinha produzido e cada projeto de resíduos sólidos implementado carrega a marca de um Pará que faz diferente.
Mais do que gerar renda, construímos autonomia, cidadania e orgulho para centenas de famílias associadas e cooperadas.
COOPFRUMA-PROD. DE AÇAÍ, IGARAPÉ-MIRI-PA
MARAJÓ COOPERATIVA - PORTEL-PA
MURUTUCÚ COOPERATIVA-ILHA DO MURUTUCU, BELÉM-PA

Do Coração da Capital Mundial do Açaí para a Sua Mesa!
Igarapé-Miri é mundialmente conhecida como a terra do açaí, e é bem aqui que a COOPERATIVA COOPFRUMA faz história todos os dias!
Como uma das pioneiras no cooperativismo na cadeia produtiva do açaí, a COOPFRUMA nasceu da união de quem entende da terra, respeita a floresta e trabalha com paixão para levar o melhor fruto da Amazônia para o mundo.
Por que o nosso açaí é incomparável?
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Pioneirismo e Experiência: Anos de dedicação aprimorando cada etapa da produção, garantindo excelência do pé até a cuia.
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Força Coletiva: Unimos produtores locais, valorizando o trabalho da agricultura familiar e impulsionando o desenvolvimento de Igarapé-Miri.
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Qualidade Autêntica: Rigor no manejo e na seleção para preservar a cremosidade, a energia e o sabor original que só a Capital Mundial do Açaí tem.
Inovar, cooperar e preservar: essa é a nossa essência. Escolher a COOPFRUMA é apoiar a história de quem construiu o cooperativismo açaieiro na nossa região.
COOPERATIVA COOPFRUMA: Tradição, pioneirismo e o verdadeiro sabor de Igarapé-Miri!

O Verdadeiro Sabor do Marajó Nasce em Portel!
Na MARAJÓ COOPERATIVA, nós sabemos que não existe combinação mais perfeita (e mais paraense!) do que um açaí grosso, batido na hora, e aquela farinha crocante. E o melhor de tudo? Esses tesouros são cultivados e produzidos aqui mesmo, no coração de Portel.
O nosso maior propósito é valorizar o que é nosso. Por trás de cada cesto de açaí e de cada saca de farinha, existe o suor, a tradição e o talento das famílias agricultoras da nossa terra.
Ao escolher a MARAJÓ COOPERATIVA, você leva para a sua mesa produtos de altíssima qualidade e, ao mesmo tempo:
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Fortalece a economia local e a agricultura familiar de Portel;
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Garante o manejo sustentável das nossas riquezas naturais;
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Preserva a cultura marajoara que passa de geração em geração.
O orgulho do Marajó tem sabor, força e história. Venha fazer parte dessa corrente de valorização do que é da nossa terra!
MARAJÓ COOPERATIVA: O melhor de Portel, direto para a sua mesa.

Sustentabilidade do Açaizal à Mesa: Conheça a Nova Aposta da Cooperativa Murutucu!
Na Cooperativa Murutucu, a nossa relação com a Amazônia é guiada pelo respeito à natureza e pela inovação consciente. Você sabia que todo o manejo dos nossos açaizais gera subprodutos valiosos? Agora, vamos além!
Estamos transformando os resíduos do manejo sustentável dos açaizais em um produto irresistível, nutritivo e cheio de tradição: o Palmito de Açaí em Calda!
Ainda de forma totalmente artesaqnal, como nossos ancestrais faziam ha mais de
COOPRIM-COOPERATIVA DE RECICLAGEM DE IGARAPÉ-MIRI
COOPARC - ASS.DE PRODUTORES, DE AÇAÍ, RIO CAJI IG.MIRI-PA
COOPNAVAL-CARPINTARIA NAVAL-IG.MIRI-PA

A COOPRIM refere-se à Cooperativa de Reciclagem de Igarapé-Miri, localizada no município de Igarapé-Miri, no estado do Pará.
UFPA
Algumas informações de registro associadas à instituição incluem:
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Razão Social / Nome: Cooperativa de Reciclagem de Igarapé-Miri (COOPRIM)
ioepa.com.br
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Localização registrada: PA-407, Km 07, Estrada da Vila Maiauatá, Zona Rural, Igarapé-Miri – PA (CEP: 68.430-000)
ioepa.com.br
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Atuação: Atividades voltadas à cadeia de reciclagem e iniciativas produtivas e solidárias na região.
UFPA
(Nota: Dependendo do contexto da sua busca, o nome também pode ser confundido foneticamente ou por siglas semelhantes com outras cooperativas da região, como a COOPMIR — Cooperativa dos Agricultores e Extrativistas do Município de Igarapé-Miri e Região, ou iniciativas ligadas ao extrativismo e manejo local).
Caso precise de algum detalhe específico sobre a cooperativa (como contatos, histórico de atuação ou editais relacionados), por favor, informe!

A Cooparca é o nome fantasia da Cooperativa dos Pescadores e Agricultores Ribeirinhos do Rio Caji, fundada em 29 de novembro de 2019 e sediada na Zona Rural de Igarapé-Miri, no Pará. Sua atividade principal é o apoio à agricultura não especificada anteriormente, com foco secundário no cultivo de açaí, criação de bovinos, suínos e aves.
Os principais dados de contato e localização são:
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Endereço: Ramal Santo Antonio do Rio Caji, S/N, Zona Rural, Igarapé-Miri - PA, CEP 68.430-000.
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Telefones: (91) 8259-0400 e (91) 3085-8951.
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CNPJ: 35.659.647/0001-04.
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Situação: Ativa.

A COOPNAV (registrada formalmente como Cooperativa Naval da Vila Maiauatá) é uma sociedade cooperativa sediada no distrito de Vila Maiauatá, no município de Igarapé-Miri, no estado do Pará.
Abaixo estão os principais detalhes sobre sua caracterização e contexto institucional:
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Constituição e Registro: A cooperativa possui registro formal ativo de longa data (fundada na primeira metade dos anos 2000), inscrita sob o CNPJ 07.102.986/0001-50, tendo sua base de atuação situada no interior do município paraense.
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Objeto Social e Atuação: Vinculada diretamente ao setor naval e à tradição de carpintaria e construção de embarcações típica da região do Baixo Tocantins e ilhas adjacentes, a cooperativa atua na organização de trabalhadores e mestres carpinteiros navais envolvidos na construção, manutenção e reparo de barcos e canoas, fundamentais para o transporte e escoamento da produção na Amazônia.
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Contexto Regional: A Vila Maiauatá destaca-se como um importante polo distrital em Igarapé-Miri, contando com iniciativas comunitárias e arranjos produtivos locais voltados tanto para o extrativismo quanto para ofícios tradicionais da navegação e da economia ribeirinha.
APRUNSALI- ASS. DE PRODUTORES - SÃO DOMINGOS DO CAPIM-PA
COOP. BATEDORES DE AÇAÍ, PEROLA NEGRA - BELÉM-PA
COOMAS-RESÍDUOS DE PESCADO-SALVATERRA-PA

A APRUNSALI corresponde à Associação dos Pequenos e Médios Produtores Rurais da Comunidade Nossa Senhora do Livramento, localizada no município de São Domingos do Capim, no estado do Pará.
Abaixo estão os principais pontos sobre o perfil e o contexto histórico desse tipo de organização na região:
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Registro e Constituição: A associação possui registro formal ativo de longa data, inscrita sob o CNPJ 02.991.447/0001-03, tendo sua base comunitária fixada na zona rural de São Domingos do Capim.
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Atuação e Organização Comunitária: Entidades como a APRUNSALI desempenham um papel central no associativismo rural da Amazônia oriental, servindo para representar os agricultores familiares e pequenos produtores locais perante órgãos públicos, além de viabilizar assistência técnica, acesso a políticas públicas de fomento agrícola, crédito rural e programas institucionais de escoamento de produção (como compras governamentais).
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Contexto Regional: São Domingos do Capim destaca-se pela forte presença da agricultura familiar, da pecuária de pequeno porte e de cadeias produtivas tradicionais do nordeste paraense, onde as associações comunitárias funcionam como o principal instrumento de articulação coletiva e fortalecimento socioeconômico das comunidades ribeirinhas e vicinais.

A empresa Cooperativa Perola Negra, localizada no bairro Maracangalha, em Belém-PA foi fundada há 13 anos, em 08 de setembro de 2011.
A expressão "Pérola Negra" é amplamente utilizada na Amazônia como um título poético e simbólico para o açaí, em alusão à sua importância econômica, alimentar e cultural para o estado do Pará.
No âmbito do cooperativismo e da organização profissional de Belém, o termo remete a iniciativas de mobilização da categoria de batedores de açaí (ou empreendimentos regionais voltados à cadeia produtiva do fruto). Historicamente, grupos de batedores da Região Metropolitana de Belém se articularam em formatos associativos e cooperativos — especialmente após momentos de reestruturação sanitária e normatização do setor (como a exigência de rigor nos processos artesanais e industriais de extração para evitar episódios de contaminação), buscando padronização, apoio técnico, cursos de boas práticas e fortalecimento comercial da atividade.

Da Amazônia para a Moda e para a Terra: Inovação e Sustentabilidade no Marajó!
Já pensou transformar o que seria descartado pela indústria de pescado em adubo poderoso para a agricultura e em acessórios de moda cheios de estilo? É exatamente isso que a COOPERATIVA COOMAS, localizada em Salvaterra (PA), faz todos os dias!
Unindo a força do Marajó com a sustentabilidade, a COOMAS dá uma verdadeira aula de economia circular:
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Adubo Orgânico de Alta Qualidade: Nutrientes extraídos do processamento do pescado que voltam para a terra, fortalecendo a produção local com responsabilidade ambiental.
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Acessórios de Moda Exclusivos: A beleza e a resistência das escamas e do couro de pescado transformados em peças únicas, unindo design, cultura e conservação.
Na COOMAS, cada detalhe importa. A gente cuida da nossa gente, da nossa ilha e do nosso futuro através da força do cooperativismo.
COOPERATIVA COOMAS: Transformando resíduos em riquezas no coração do Marajó!
COMAAS-SALVATERRA-PA, HORTAS ORGÂNICAS
UIARACOOP - COOP.PRODUTORES DE AÇAÍ, CURUÇAMBABA - CAMETÁ-PA
COOP. DE AGRIG.FAMILIAR, MARI-MARI-MOSQUEIRO-PA

A sigla mencionada, comumente referida como COMAAS (ou grafada por vezes como COOMAS), corresponde à Cooperativa Mista Agrícola e Agroindustrial de Salvaterra, sediada no município de Salvaterra, na Ilha do Marajó, no estado do Pará.
Principais aspectos do histórico e contexto dessa instituição:
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Localização e Base Comunitária: A cooperativa tem forte raiz rural e comunitária, tendo sua atuação tradicional vinculada a localidades do interior do município de Salvaterra, como a Comunidade do Caldeirão (situada na zona rural do município).
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Objeto Social e Atuação: Como uma cooperativa de perfil misto, agrícola e agroindustrial, sua trajetória envolve o apoio aos produtores rurais da região marajoara, o incentivo à produção da agricultura familiar, o manejo e o processamento de produtos da sociobiodiversidade local.
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Contexto Regional no Marajó: Entidades desse tipo desempenham um papel socioeconômico importante no arquipélago do Marajó, servindo como base para articulação de projetos produtivos, escoamento de safras locais e fortalecimento de redes de economia solidária e sustentável na região de Salvaterra e arredores.

A UIARACOOP (cuja razão social oficial é Cooperativa de Produtores e Agroindústria do Baixo Tocantins - Uiara) é uma organização voltada para o setor produtivo e agroindustrial na região do Baixo Tocantins, com atuação ligada ao município de Cametá (PA) e suas comunidades e ilhas, como a região de Curuçambaba.
Organizações desse perfil na região costumam focar em:
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Manejo e escoamento da produção local, com destaque forte para a cadeia produtiva do açaí (principal motor econômico e extrativista da região ribeirinha de Cametá).
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Fortalecimento da agricultura familiar, organização comunitária e apoio a editais de compras públicas, fomento e redes de economia solidária ou agroextrativismo no Pará.

A sigla COMAAISBP corresponde à Cooperativa Mista de Agricultores e Agroindústria de Santa Bárbara do Pará, sediada no município de Santa Bárbara do Pará, na Região Metropolitana de Belém.
Abaixo estão os principais pontos sobre sua atuação e contexto institucional:
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Localização e Contexto Geográfico: A área de atuação e influência da cooperativa estende-se pela zona rural e vicinais do município de Santa Bárbara do Pará, situando-se próxima a eixos rodoviários estratégicos da região, como a rodovia PA-391 (que dá acesso ao município de Santa Bárbara e à Ilha de Mosqueiro).
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Objeto Social e Atuação: Focada no cooperativismo misto, a entidade atua no suporte aos produtores rurais locais, agricultores familiares e frentes de agroindústria de pequeno porte, abrangendo atividades ligadas à produção agrícola, manejo sustentável e projetos de investimento produtivo (PIP) — incluindo articulações voltadas aos setores de piscicultura, extrativismo e escoamento de produções alimentares.
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Parcerias Institucionais: Ao longo de sua trajetória, a cooperativa tem participado de programas de fomento rural, assistência técnica e desenvolvimento sustentável geridos por órgãos estaduais (como secretarias de agricultura, pesca e o núcleo de desenvolvimento rural do Pará) voltados ao fortalecimento da agricultura familiar na região metropolitana e nordeste paraense.
COOPFAMA- PROD. DE PALMITO E AÇAÍ, ABAETETUBA-PA
ASSOCIAÇÃO BIOJÓIAS DE AÇAÍ-IG.MIRI-PA
ASS. VER-A-BOIA, BOIEIRAS DO VER-O-PESO, BELÉM-PA

A COOPFAMA (Cooperativa de Produtores) e o município de AbaetetubaClique para abrir o painel lateral e ver mais informações ocupam uma posição de destaque na cadeia produtiva do açaí e do palmito no estado do Pará.
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Polo Agroextrativista: AbaetetubaClique para abrir o painel lateral e ver mais informações é reconhecida historicamente pela força de sua agricultura familiar e pelo manejo tradicional nas ilhas e zonas rurais, sendo um dos grandes motores na extração e processamento do açaí e do palmito de açaí (Euterpe oleracea).
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Agregação de Valor e Sustentabilidade: Cooperativas locais desempenham um papel fundamental no escoamento da produção, garantindo boas práticas de manejo, rastreabilidade e a comercialização tanto do fruto do açaí quanto do palmito sustentável.
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Fortalecimento Econômico: Iniciativas cooperativistas na região ajudam a reduzir intermediários, assegurando renda justa para os produtores locais e impulsionando a bioeconomia na região do Baixo Tocantins.

A Associação Biojóias de Açaí está fortemente conectada ao contexto socioeconômico e cultural de Igarapé-Miri, no Pará — município reconhecido como um dos maiores líderes mundiais na produção de açaí.
## Contexto e Atuação
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Sustentabilidade e Economia Circular: Iniciativas na região de Igarapé-Miri frequentemente transformam subprodutos da cadeia produtiva local (como resíduos de caroços de açaí e cascas de palmito) em acessórios de alta valorização, artesanato e biojoias.
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Geração de Renda Local: Projetos associativos e comunitários nessa linha costumam focar no empoderamento de famílias da região, capacitando moradores para transformar o que seria descartado pela indústria em peças artísticas, pulseiras, colares e outros ornamentos.
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Protagonismo Regional: Como o Baixo Tocantins concentra grande parte da força produtiva do estado, iniciativas voltadas para biojoias agregam valor sustentável à bioeconomia amazônica, unindo a preservação ambiental ao design local.

A expressão "Ver a Boia" e o termo "boieiras" remetem diretamente à tradicional praça de alimentação e aos boxes de refeições do Complexo do Ver-o-Peso, em Belém do Pará.
O contexto histórico e cultural dessa atividade no "Veropa" envolve:
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O Conceito de "Boieira": Historicamente, as boieiras são as cozinheiras e comerciantes responsáveis por preparar e servir a "bóia" — a comida substancial e caseira (como o clássico prato feito amazônico com peixe frito, arroz, feijão, farinha e açaí) que alimenta trabalhadores, feirantes, moradores e visitantes desde as primeiras horas da manhã.
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Patrimônio Cultural: Pelo seu papel fundamental na preservação da culinária tradicional paraense e da identidade do mercado, o ofício e a atuação dessas mulheres no Complexo do Ver-o-Peso receberam o reconhecimento oficial como Patrimônio Cultural de Belém.
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Eventos e Festivais: O termo também inspira e dá nome a programações culturais e gastronômicas na cidade (como edições especiais e encontros culinários voltados a celebrar a história das cozinheiras do mercado, a exemplo do festival Ver-o-Peso da Cozinha Paraense e edições comemorativas do próprio mercado).
COOMCLIMA-COOP. RECICLAGEM DE ABAETETUBA
COOP.RECICLASGEM E COMPOSTAGEM DO MOJÚ-PA
ASSOCIAÇÃO VER-A-BOIA, BELÉM-PA

A CONCLIMA de Abaetetuba-PA refere-se à Cooperativa de Trabalho dos Profissionais de Limpeza e Conservação (frequentemente listada em registros locais como Cooperativa Conclima), com atuação voltada à prestação de serviços terceirizados, conservação, limpeza urbana/predial e apoio a atividades logísticas e operacionais na região do Baixo Tocantins.
Abaixo estão os principais aspectos de sua trajetória e contexto:
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Perfil e Atuação: A cooperativa estruturou-se com o intuito de organizar trabalhadores do setor de serviços gerais, asseio, conservação e limpeza, viabilizando a contratação coletiva de sua mão de obra tanto por órgãos públicos quanto por empresas privadas da região de Abaetetuba e municípios vizinhos.
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Inserção Regional: Assim como outras cooperativas de trabalho da região norte-paraense, a CONCLIMA insere-se no mercado de prestação de serviços e apoio administrativo/operacional, gerando alternativas de ocupação e renda formal para profissionais autônomos locais através do modelo cooperativista.

A COOPROREM (Cooperativa de Produção e Reciclagem de Moju) é uma sociedade cooperativa localizada no município de Moju, no estado do Pará.
Abaixo estão os principais dados de seu perfil histórico e institucional:
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Constituição e Registro: A cooperativa possui registro ativo de longa data (com mais de duas décadas de formalização), inscrita sob o CNPJ 05.258.879/0001-90, tendo sua sede física estruturada no município de Moju – PA.
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Objeto Social e Atuação: Conforme a sua denominação oficial, a COOPROREM nasceu com o propósito de articular frentes de produção, sustentabilidade e reciclagem, organizando o trabalho coletivo voltado à gestão de resíduos sólidos, preservação ambiental e fomento a cadeias produtivas locais na região do Baixo Tocantins.
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Contexto Regional: Sua trajetória cruza com o movimento de fortalecimento da economia solidária e o cooperativismo popular no interior paraense, buscando gerar alternativas de trabalho e renda para catadores, produtores e trabalhadores urbanos e rurais do município de Moju e arredores.

A expressão "Ver a Boia" e o termo "boieiras" remetem diretamente à tradicional praça de alimentação e aos boxes de refeições do Complexo do Ver-o-Peso, em Belém do Pará.
O contexto histórico e cultural dessa atividade no "Veropa" envolve:
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O Conceito de "Boieira": Historicamente, as boieiras são as cozinheiras e comerciantes responsáveis por preparar e servir a "bóia" — a comida substancial e caseira (como o clássico prato feito amazônico com peixe frito, arroz, feijão, farinha e açaí) que alimenta trabalhadores, feirantes, moradores e visitantes desde as primeiras horas da manhã.
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Patrimônio Cultural: Pelo seu papel fundamental na preservação da culinária tradicional paraense e da identidade do mercado, o ofício e a atuação dessas mulheres no Complexo do Ver-o-Peso receberam o reconhecimento oficial como Patrimônio Cultural de Belém.
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Eventos e Festivais: O termo também inspira e dá nome a programações culturais e gastronômicas na cidade (como edições especiais e encontros culinários voltados a celebrar a história das cozinheiras do mercado, a exemplo do festival Ver-o-Peso da Cozinha Paraense e edições comemorativas do próprio mercado).
COOPERATIVA DE MUANÁ-MARAJÓ-PA
ASS.DE PESCADORES DE CURRALINHO-PA
CAMERICOOP-COOP.AGRICULTURA FAMILIAR, IGARAPÉ-MIRI-PA

A região do Marajó, com forte representação do município de Muaná (PA), destaca-se na economia agroextrativista amazônica pelo manejo tradicional do açaí nativo e pela forte presença de organizações comunitárias e cooperativas.
## Contexto e Atuação no Marajó
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Manejo Sustentável nas Ilhas: Em Muaná e em grande parte do arquipélago marajoara, a extração e o manejo do açaí ocorrem de forma integrada aos ecossistemas de várzea. As cooperativas locais exercem um papel central na organização dos produtores ribeirinhos e na garantia de escoamento da produção.
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Agroindústria e Cadeia de Valor: Cooperativas da região buscam estruturar linhas voltadas tanto para o fornecimento do fruto in natura quanto para o beneficiamento (como a produção de polpas), agregando maior valor agregado na origem e fortalecendo a economia local.
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Inclusão Socioprodutiva: O cooperativismo no Marajó funciona como ferramenta de fomento para centenas de famílias que dependem do extrativismo sustentável, viabilizando o acesso a mercados institucionais, linhas de crédito voltadas à bioeconomia e programas de assistência técnica.

A ASPAC (Associação dos Pescadores e Aquicultores de Curralinho) é uma entidade civil de suma importância para a base produtiva e extrativista local na região do Marajó.
## Perfil e Dados Cadastrais
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Natureza Jurídica: Organização associativa voltada para a representação, defesa de interesses e apoio técnico aos trabalhadores da pesca artesanal e da aquicultura.
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Situação Cadastral: Ativa.
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Localização: Curralinho, Estado do Pará (Área insular e ribeirinha do arquipélago do Marajó).
## Papel Estratégico na Região
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Organização Produtiva: Atua na mobilização de pescadores e aquicultores locais para o fortalecimento da cadeia produtiva das águas marajoaras.
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Acesso a Fomento e Políticas Públicas: Organizações desse porte são fundamentais para viabilizar o acesso a programas de assistência técnica, linhas de crédito voltadas ao setor pesqueiro, emissão de documentos de regulação profissional e inserção em editais de compras públicas ou de apoio à bioeconomia e segurança alimentar.

Cooperativa de Agricultores Familiar de Igarape Miri e do Assentamento Agroextrativista Estadual do Camiri (Brasil)
Principais Atividades: Atacadista De Frutas E Vegetais Frescos
Atividades Secundárias: Refino de Farinha e Malte | Conservas de frutas e vegetais | Atacadista Avicola | Atacadista De Bens De Consumo Não Duráveis Variados | Mercearias
Nome completo: Cooperativa de Agricultores Familiar de Igarape Miri e do Assentamento Agroextrativista Estadual do CamiriData de atualização: 28 de Outubro de 2023
Cooperativa de Agricultores Familiar de Igarape Miri e do Assentamento Agroextrativista Estadual do Camiri é uma empresa em Brasil, com o escritório principal em Igarapé-Miri. Opera no setor Atacadista De Frutas E Vegetais Frescos. A empresa foi estabelecida em 23 de Janeiro de 2012.
Matriz
Rua Padre Vitorio 610, Matinha
Igarapé-Miri; Pará; Código Postal: 68430000
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